24 dezembro, 2007
07 dezembro, 2007
27 novembro, 2007
A verdadeira liberdade do mundo,
A verdadeira liberdade do mundo,
é vaguear na vida sem rumo,
Andar ao sabor do vento,
Eterno voar por sitios sem conhecimento
É conhecer cada canto sem compromisso,
É dizer o que nos está no juizo,
É ter o poder de criar palavras para as paredes ouvir,
E no silencio falar com os homens.
É sentir a brisa que me passa sem a ter que pagar,
E navegar pelos mares sem parar
É descobrir o limite do finito,
Por uma definição qualquer que só eu sei.
A verdadeira liberdade é só minha,
Só eu a posso alcançar,
É olhar para o horizonte,
E gritar para ele se calar.
é vaguear na vida sem rumo,
Andar ao sabor do vento,
Eterno voar por sitios sem conhecimento
É conhecer cada canto sem compromisso,
É dizer o que nos está no juizo,
É ter o poder de criar palavras para as paredes ouvir,
E no silencio falar com os homens.
É sentir a brisa que me passa sem a ter que pagar,
E navegar pelos mares sem parar
É descobrir o limite do finito,
Por uma definição qualquer que só eu sei.
A verdadeira liberdade é só minha,
Só eu a posso alcançar,
É olhar para o horizonte,
E gritar para ele se calar.
21 novembro, 2007
Verdadeira vida é ser-se vagabundo,
Verdadeira vida é ser-se vagabundo,
Diambular por entre as ruas da vaidade,
Viver no mundo imundo,
a que as pessoas chamam cidade.
Quero é ser um libertador,
E de nenhuma lei me reger,
Quero ser um louco sonhador,
Sem nada a perder.
Quero poder voar,
Por entre toda a esperança
Melhor vida é poder cantar,
E a nossa volta ocorrer mudança
Diambular por entre as ruas da vaidade,
Viver no mundo imundo,
a que as pessoas chamam cidade.
Quero é ser um libertador,
E de nenhuma lei me reger,
Quero ser um louco sonhador,
Sem nada a perder.
Quero poder voar,
Por entre toda a esperança
Melhor vida é poder cantar,
E a nossa volta ocorrer mudança
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