09 setembro, 2007
05 setembro, 2007
Estrela pequena, pequenina,
escondida de todos a agora nossa menina.
Percorrendo o mundo numa foto,
sem saber onde realmente estas.
Com a tua fuga cadente,
Deixaste uma imprensa ardente,
recorrendo aos mais baixos truques,
Para alcançar o cru dinheiro.
Gritando ao mundo a sua superioridade,
Pouco ou nada depois se mostram a dar de sua vontade,
Ajuda para te agarrar, e por-te no teu devido lugarzinho do ceu.
escondida de todos a agora nossa menina.
Percorrendo o mundo numa foto,
sem saber onde realmente estas.
Com a tua fuga cadente,
Deixaste uma imprensa ardente,
recorrendo aos mais baixos truques,
Para alcançar o cru dinheiro.
Gritando ao mundo a sua superioridade,
Pouco ou nada depois se mostram a dar de sua vontade,
Ajuda para te agarrar, e por-te no teu devido lugarzinho do ceu.
Cada dia é um grito de amor,
Cada momento é um mar de dor,
Por cada luz apagado dum candeeiro,
Reflecte na minha alma o meu desespero.
Estou a perder-me nas ruas da vida,
Por entre as vielas da minha avenida.
Por cada rotunda há a incertesa
De quando vou ver a minha princesa.
Luto contra os dragões que me atormentam,
Aqueles que me assombram todo o meu caminho.
Continuo a caminhar com as minhas feridas de batalha,
pois sei que é esse o meu destino.
Cada momento é um mar de dor,
Por cada luz apagado dum candeeiro,
Reflecte na minha alma o meu desespero.
Estou a perder-me nas ruas da vida,
Por entre as vielas da minha avenida.
Por cada rotunda há a incertesa
De quando vou ver a minha princesa.
Luto contra os dragões que me atormentam,
Aqueles que me assombram todo o meu caminho.
Continuo a caminhar com as minhas feridas de batalha,
pois sei que é esse o meu destino.
27 julho, 2007
23 julho, 2007
Tic Tac
Tic tac, ouço-te denovo.
Giratorio imparavel,
Sem parar nas marcas obrigatorias,
Ignorando todas as ondas vibratorias... não paras.
E mesmo quando tu paras,
O que tu contas não para,
E eu enrugo e esbranquiceio.
Fico cada vez mais feio,
Palido e frio.
Tic tac, surge uma ruga,
Tic tac, surge um neto.
As memorias estão imbutidas
entre ti e o teu segundo.
Giratorio imparavel,
Sem parar nas marcas obrigatorias,
Ignorando todas as ondas vibratorias... não paras.
E mesmo quando tu paras,
O que tu contas não para,
E eu enrugo e esbranquiceio.
Fico cada vez mais feio,
Palido e frio.
Tic tac, surge uma ruga,
Tic tac, surge um neto.
As memorias estão imbutidas
entre ti e o teu segundo.
13 julho, 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)
