20 janeiro, 2008

Historias de Patrão I

A lua alto jazia no ceu, num bairro menos beneficiado, gente malandra maltratava uma pobre velhinha.
As luzes dos candeeiros palpitavam como batidas do coração, e a escumalha não parava o espancamento da pobre senhora.
Subditamente vindo do nada, uma luz continua descia a tenue rua, uma luz continua e ofuscante.
O som do pneu não era vulgar... talvez pertencesse a um topo de gama... e a uma velocidade estonteante o carro depressa alcançou o local onde estava a ser efectuado o assalto.
Parando suavemente ao pé da cena.
Os jovens pararam o seu acto e olharam para o agora distinguivel S, enquanto isso a janela do pendura descia suavemente e por detras do vidro baço saia um homem de oculos escuros... mesmo há Patrão.
-Ó malandragem... toca a parar com isto senão vai tudo em contentores para angola- dizia o altivo senhor.
-YO boy comé passa mazé as chaves da maquina senão da-se aqui um tiro!- disse um dos pelintras.
O homem sem sorrir tirou os oculos de sol e pronunciou um solene "Shiu"
Os jovens calaram-se e olharam uns para os outros.
-Daniel avance com a minha pobre maquina.
E num apice o carro desapareceu a toda a velocidade... deixando para tras um charuto cubano das melhores e mais caras criações.
A rua depressa se incendiou, queimando tudo o que era traste tudo o que era mau... os pelintras... esses serviram de churrasco para ratos.
-Patrão... belo churrasco esta noite - dizia Daniel enquanto se dirigia denovo para a cidade.
-Quem se mete com um patrão... não chega a acordar no dia seguinte... agora cala-te e guia pk não tenho a noite toda...
E o carro desapareceu deixando um incendio num bairro social....

19 janeiro, 2008

Patrão

O fumo vindo charuto,
Pousado no cinzeiro,
O brabus a Porta... mas que respeito

Sentados a volta do grande banquete, de fato preto,
Todos os patrões e patroas estavam.

Calmos e serenos, sem perturbancia,
A sua disposição emanava o gosto da boa vida,
E o dinheiro rolava na mesa como as gotas caiam num dia chuvoso,

O Poker sabia a pouco, as cartas também, jogavam a dinheiro... pois tinham-no mais que ninguém.

Engenheiros, médicos, economistas,
E o patrão... um qualquer,
Todos apareciam em capas de revista,
Do mundo todos tinham poder.

Tinham todos a torre da babilónia,
Cada um todos os segredos do mundo possuíam.
são eles que fabricam as leis.

São eles que as decidem.

Ó tão poderosos patrões,

Ninguém podia-lhes tocar,
Invencíveis, invulneráveis, imbatíveis.
De todos os modos possíveis,
Era impossível lhes chegar.

A fome a doença a pobreza eram mitos,
Aquela mesa só os barões podiam estar.
Todos os que não respeitasse os valores,
A amizade, a honra e o respeito
Mais valia nem lá voltar.

ó carência do mundo perfeito,
Os crédulos e justos homens de fato negro.
Dominam o mundo, os patrões perfeitos...

Os donos e senhores do universo...

Para o Master Patrão :)

10 janeiro, 2008

London City

Londres a 1 dia :P lá vou eu enfrenar o medo do avião X)

03 janeiro, 2008

Historias de Um Pato


Segurança acima de tudo...
So pelo acto de graça
A segunda decada avizinha
a imaginação não para
O ser não distabiliza.

O circuito não fecha
O movimento não parou.
O descanso não compensa,
Ninguem começa o que acabou.

Lento lento tudo move,
Ate o caracol mais rapido o faz.
É mole a vida entente,
O tempo não para e ainda não parou.

By The Way Parabens a MIM :)

02 janeiro, 2008

Aborrecido :\

24 dezembro, 2007

Feliz Natal

Feliz Natal :)